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Condomínio Boa Esperança
Rebanho Nelore reunido no curral de madeira, com os animais da frente olhando para a câmera, currais cobertos e a mata do cerrado ao fundo
História

Três gerações, quatro décadas

A propriedade foi comprada em 1982 como diversificação das atividades de uma família da construção civil com raízes no agronegócio.

O pecuarista

Cemi Andrade

O primeiro gestor, sogro de Luiz e avô de Paulo, mudou-se da terra natal nos anos 80 e passou anos em Paracatu implantando a pecuária e suas estruturas: cercas, currais, pastos e as primeiras casas de colonos.

O fundador

Luiz Antonio

Atuante na construção civil, voltou às raízes rurais da família ao adquirir a fazenda em 1982. Nos anos 90 assumiu as rédeas e ampliou a operação para a agricultura irrigada, produzindo sementes para grandes empresas com apoio do BNDES.

O gestor

Paulo Arthur

Mudou-se para Paracatu recém-formado e morou na região por anos. Como CEO, conduziu a modernização: agricultura de precisão, mapeamento de fertilidade do solo, GPS, piloto automático e uma revisão geral de processos e governança, em conformidade socioambiental. Ampliou as áreas da fazenda através das fazendas Princípio e Sorriso e consolidou as operações produtivas nos três pilares que hoje existem.

Linha do tempo

De década em década

  1. Década de 80

    Aquisição da Fazenda Boa Esperança e início da pecuária.

  2. Década de 90

    Agricultura irrigada — sementes para grandes empresas e expansão com apoio do BNDES. A produção se diversifica: milho, soja, feijão, arroz, sorgo, milheto, abóbora, melancia e amendoim.

  3. Década de 2000

    Aquisição da Fazenda Princípio. Implanta-se a agricultura de precisão. Pioneiros no cultivo de cana-de-açúcar em Paracatu e instalação da usina VPA dentro da Fazenda Boa Esperança.

  4. Década de 2010

    Retomada do foco agrícola da família, entrada da Fazenda Sorriso no grupo, introdução do eucalipto entre as atividades exploradas e pioneirismo no mogno africano na região. Aumento das reservas de água para irrigação.

  5. Década atual

    Consolidação das atividades produtivas e melhorias contínuas.

  6. Futuro

    Beneficiamento do mogno africano para os mercados interno e externo, autonomia energética e introdução de modelos preditivos na gestão e na estratégia do grupo.

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