Cana-de-açúcar
A maior frente agrícola. Do plantio à colheita, com agricultura de precisão e área irrigada por pivô central, garantindo alta produtividade e previsibilidade na produção.
- Plantio mecanizado
- Colheita mecanizada
- Sem uso de fogo
Condomínio Boa Esperança · Paracatu · Minas Gerais
· Três fazendas · três atividades · Mais de 10.000 hectares. Da cana à moagem, da matriz ao bezerro, da floresta ao beneficiamento. — Produção verticalizada de curto, médio e longo prazo —
O Condomínio Boa Esperança fica na Rodovia LMG-680, km 16, em Paracatu, noroeste de Minas Gerais — região escolhida em 1982 pela qualidade da terra e pela localização privilegiada, com topografia plana, boa disponibilidade hídrica e por ser uma cidade acolhedora, de afinidade histórica com a pecuária e a agricultura.
Sob a marca CBE Agro opera a frente agrícola, pecuária e florestal em sistema de condomínio rural, produzindo cana-de-açúcar para usina, eucalipto para a siderurgia e gado para criadores, confinadores e frigoríficos.
Já a CBE Madeiras, empresa ligada ao grupo, beneficia a produção de mogno africano, com investimento voltado a produtos de qualidade de exportação.
O grupo cresceu por aquisição: três fazendas incorporadas ao longo de quatro décadas formam hoje uma única operação integrada.
A primeira — dá nome ao grupo e iniciou as operações pecuária e agrícola.
Novas áreas agrícolas e reserva de água para a irrigação de todo o projeto.
A fazenda voltada para a silvicultura e a pecuária.
O símbolo do Condomínio Boa Esperança não é um desenho abstrato: ele nasce de fotos aéreas da própria fazenda — as atividades representadas em um desenho harmônico e orgânico.
A identidade saiu do chão da operação, não da prancheta.
Ciclos curtos, médios e longos na mesma terra: o que ocupa o campo no curto prazo financia o que amadurece ao longo de décadas.
A maior frente agrícola. Do plantio à colheita, com agricultura de precisão e área irrigada por pivô central, garantindo alta produtividade e previsibilidade na produção.
A frente que abriu a fazenda em 1982, criada a pasto e em sistema silvipastoril no cerrado.
Floresta plantada em ciclos de corte e replantio a cada 7 a 8 anos, base do carvão vegetal. Mais de 2.500 hectares plantados. Sistema tradicional e silvipastoril consolidado.
A partir do eucalipto plantado e de resíduos do beneficiamento do mogno africano — fornecimento a siderúrgicas em Minas Gerais.
Plantios de 25 hectares por ano, com o objetivo de neutralizar o carbono das atividades do grupo fixando-o em produtos de longevidade e qualidade.
A madeireira do grupo beneficia o mogno africano, com investimento voltado a produtos de qualidade de exportação.
Madeira de floresta plantadaO dia a dia da operação.
No cerrado, onde a queimada e a seca são riscos reais e recorrentes, proteger reserva e nascente não é declaração de intenção — é obrigação feita de bom grado.
Reserva legal e nascentes registradas e averbadas em matrícula, cercadas onde há pasto e aceiradas todos os anos para proteção contra queimadas.
Brigada permanente, com pessoal treinado e equipamento próprio para controle de incêndios.
Licenças ambientais, outorgas de água e CAR todos em dia e expedidos.
Registros feitos dentro da área produtiva — o respeito que se torna morada: onde reserva e nascente são protegidas, a fauna do cerrado circula livremente.
Fale com o grupo para tratar de fornecimento, parcerias e negócios em qualquer das frentes — do carvão vegetal à madeira beneficiada.
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